Entrevista: Hungria Hip Hop revela curiosidades sobre “Cheiro do Mato”, seu novo projeto

Entrevista: Hungria Hip Hop revela curiosidades sobre “Cheiro do Mato”, seu novo projeto

Gustavo da Hungria Neves, mais conhecido como Hungria Hip Hop, já provou para o mundo que não está de brincadeira quando o assunto é música. Letrista por natureza, o rapper brasiliense de 29 anos conquistou uma legião de fãs por todo o país.

Com mais de 2,6 bilhões de acessos nas plataformas de streaming e 10 milhões de inscritos no YouTube, o cantor aproveitou o isolamento social para compor e gravar um novo EP. Fruto do momento de reflexão, ele se refugiou em meio à natureza e, ao lado do parceiro Luan Padal, escreveu quatro novas músicas.

Batizado de Cheiro do Mato, em formato inédito, a produção chamou atenção dos fãs. O novo projeto é composto por cinco músicas em versão acústica, todas acompanhadas de videoclipes.

O público já pode conferir o EP em todas as plataformas de streaming, e os clipes de Amor e Fé, Pisando na Lua e Hoje ela já chorou no YouTube. Os próximos lançamentos serão Super Herói (11/09) e uma nova roupagem do sucesso Um Pedido (18/09).

Em entrevista exclusiva para o Desequalizando, o cantor relata curiosidades sobre o projeto. Confira na íntegra:

DESEQUALIZANDO: O formato do projeto pegou a todos de surpresa. Do som mais intimista com utilização de instrumentos musicais clássicos até o nome escolhido. Como surgiu essa ideia de fazer um EP acústico?

HUNGRIA: Vi que as pessoas estavam querendo ouvir um som mais suave com mensagem de apoio e busquei inspiração na natureza, no contato com o verde e a tranquilidade que ela me transmite. 

DSQ: O hip hop é um ritmo urbano, nascido nas periferias de grandes cidades pelo mundo. Por essa razão, o título “Cheiro do Mato” logo chama atenção das pessoas. Por que a escolha desse nome? 

H: Cheiro do Mato é um projeto onde me declaro, incentivo, emociono. É um projeto com os 110% do Hungria em casa. Do cara que sente, que é ser humano, que não desiste, que luta. Quis deixar nele referências que sempre gostei, que sempre estiveram em mim.

DSQ: O público pode esperar alguns shows nesse formato quando as coisas se normalizarem? Ou ainda, talvez, uma live especial?

H: Não seria uma má ideia, quem sabe?!

DSQ: A pandemia e, consequentemente o isolamento social, pegou à todos de surpresa. A área do entretenimento foi muito afetada tendo que se adaptar à nova realidade. Esse projeto já estava encaminhado para esse ano ou o “Cheiro do Mato” foi consequência desse momento tão delicado e de introspecção ocasionado pelo isolamento? 

H: Já era uma vontade minha, mas não tinha tido a oportunidade ainda, e aí diante de toda essa situação de isolamento, consegui focar e saiu esse projeto lindo. 

DSQ: Para finalizar, como disse anteriormente, os planos tiveram que ser adaptados. O que ainda podemos esperar de Hungria Hip Hop para esse final de 2020 e para 2021? 

H: Temos os próximos lançamentos desse projeto, que já tem disponível Amor e Fé, Pisando na Lua e Hoje Ela Já Chorou, em áudio e vídeo. Serão mais dois lançamentos em setembro, e depois com certeza vem mais alguma coisa nova, aqui é brabo, não pode parar.

Luísa Ágnes

Jornalista de 24 anos apaixonada por cultura pop e pelo setor criativo.

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